Enriquece de cultura os dotes que te enfeitam a personalidade e realiza na Terra os nobres ideais afetivos que te povoam os pensamentos, no entanto, se queres que a felicidade venha morar efetivamente contigo, auxilia igualmente a construir a felicidade dos outros. Nosso encontro com aqueles que sofrem dificuldades e provações maiores que as nossas será sempre, em qualquer lugar, o nosso mais belo e duradouro encontro com Deus."
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terça-feira, 12 de julho de 2016
Encontro com Deus.
(Citação de Emmanuel no livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
Enriquece de cultura os dotes que te enfeitam a personalidade e realiza na Terra os nobres ideais afetivos que te povoam os pensamentos, no entanto, se queres que a felicidade venha morar efetivamente contigo, auxilia igualmente a construir a felicidade dos outros. Nosso encontro com aqueles que sofrem dificuldades e provações maiores que as nossas será sempre, em qualquer lugar, o nosso mais belo e duradouro encontro com Deus."
Enriquece de cultura os dotes que te enfeitam a personalidade e realiza na Terra os nobres ideais afetivos que te povoam os pensamentos, no entanto, se queres que a felicidade venha morar efetivamente contigo, auxilia igualmente a construir a felicidade dos outros. Nosso encontro com aqueles que sofrem dificuldades e provações maiores que as nossas será sempre, em qualquer lugar, o nosso mais belo e duradouro encontro com Deus."
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sábado, 9 de julho de 2016
Caminhando, com Jesus
(Citação de Emmanuel no livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
Transita-se agora da Terra para a Lua, ultrapassando-se as barreiras da gravitação. No entanto, muito de raro em raro, aprendemos a superar as trincheiras da indiferença ou da aversão para viajar de uma casa para outra ou de nossa alma para outra alma, a serviço da paz. Ciência e vida: bendita seja a inteligência que esculpe as técnicas avançadas do progresso, responsáveis pelas novas facilidades humanas, entretanto, é preciso reconhecer que sem Jesus Cristo aplicado à nossa própria vida, estaremos sempre andrajosos e famintos de coração.
Transita-se agora da Terra para a Lua, ultrapassando-se as barreiras da gravitação. No entanto, muito de raro em raro, aprendemos a superar as trincheiras da indiferença ou da aversão para viajar de uma casa para outra ou de nossa alma para outra alma, a serviço da paz. Ciência e vida: bendita seja a inteligência que esculpe as técnicas avançadas do progresso, responsáveis pelas novas facilidades humanas, entretanto, é preciso reconhecer que sem Jesus Cristo aplicado à nossa própria vida, estaremos sempre andrajosos e famintos de coração.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Influência transcendental na literatura...
(Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
Num de nossos serões de Pedro Leopoldo, com o querido Chico (1), pude anotar uma observação interessantíssima de Emmanuel sobre o assunto (2).
Disse-nos o esclarecido mentor que, na realidade, a maioria dos romances terrenos - incluindo-se novelas, romances policiais, etc. -, era de origem transcendental. Acentuou que, em média, 75% do conteúdo desses romances exprimem realidade espiritual, representada por reminiscências ou intuições do escritor-médium, ou, então, fruto de inspiração mediúnica. Quanto aos restantes 25% poderiam ser computados como ficção ou fabulação do escritor, significando distorções eventuais ou provocadas.
Recordo-me que o termo maioria foi cuidadosamente empregado por Emmanuel, considerando-se, como ele salientou, que há muitos livros dessa ordem com base em apontamentos auto-biográficos, sem esquecer o gênero de história romanceada...
Acrescentou ele, na ocasião, que muitos livros perturbadores surgem na Terra por influência das zonas espirituais infelizes que rodeiam nosso mundo.
As porcentagens acima citadas, ainda nos afirmou ele, nada têm de absoluto, mas, no seu entender, são concordes com a realidade, traduzindo a média de exatidão.
===================
Notas:
(1) Chico: Francisco Cândido Xavier, médium brasileiro;
(2) O autor refere-se à influência da inspiração espiritual na literatura do mundo físico.
terça-feira, 5 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Oração da Filha de Deus
Nelma Xavier Pena era sobrinha de Chico Xavier. Pouco após seu casamento, prostrou-se, acamada, acometida de grave doença cardíaca. Alma de elevados dotes de espírito e do coração, no entanto, tudo compreendia e tudo aceitava com resignação. O tio Chico viajava quase todas as noites de Pedro Leopoldo a Belo Horizonte a fim de confortar a jovem e de unir seu coração, em prece, aos familiares de Nelma. Numa dessas visitas, duas semanas antes de seu desenlace do corpo físico, solicitou ela a Emmanuel que lhe desse uma oração, por ele formulada, para repeti-la, meditando, nos últimos dias de sua existência terrestre.
A "Oração da Filha de Deus" é a resposta carinhosa de Emmanuel, pelas mãos de Chico Xavier, à alma abnegada de Nelma.
A "Oração da Filha de Deus" é a resposta carinhosa de Emmanuel, pelas mãos de Chico Xavier, à alma abnegada de Nelma.
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| Nelma Xavier Pena - em "Amor e Sabedoria de Emmanuel" |
Meu Deus, deponho aos teus pés
Meu vestido de noivado,
Meus prazeres do passado
E as rosas do meu jardim...
Pois agora, Pai Querido,
Somente vibra em meu peito
Teu Amor Santo e Perfeito,
Teu Amor puro e sem fim.
Ah! meu Pai, guarda contigo
Meu cofre de arminho e ouro,
Onde eu guardava o tesouro
Que me deste ao coração.
Entrego-te as minhas horas,
Meus sonhos e meus castelos,
Meus anseios mais singelos,
Minhas capas de ilusão!...
Pai dos Céus, guarda a coroa
Das flores de laranjeira
Que eu teci a vida inteira
Como um pássaro a cantar!
Ó meu Senhor, como é doce
Partir os grilhões do mundo
E esperar-te o amor profundo
Nas bênçãos do Eterno Lar!...
Em troca, meu Pai, concede,
Agora que me levanto,
Que a lã do Cordeiro Santo
Me agasalhe o coração!
Que eu calce a sandália pobre
Para a grande caminhada
Que me conduz à Morada
Da Paz e da Redenção!
(Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
(Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
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Prece - Na certeza do desenlace próximo
domingo, 3 de julho de 2016
Teu filhinho contigo
(Emmanuel. Página psicografada em 01/07/1957 no Centro Espírita Luís Gonzaga. Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
O lar é a oficina.
Os pais são artífices.
A criança é a obra.
O lar é o gabinete de lapidação.
Os pais são buriladores.
A criança é o brilhante potencial.
O lar é a terra.
Os pais são cultivadores.
A criança é o fruto.
O lar é a escola.
Os pais são os instrutores.
A criança é o livro em branco.
sábado, 2 de julho de 2016
Medicina e inspiração mediúnica.
(Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
"Quando meu primogênito, Carlos Vítor, caiu gravemente enfermo, naturalmente meu coração, junto ao extremoso coração maternal de Hilda, minha querida companheira, buscou o conforto que mana do Alto para todos os que sofrem na Terra.
(...)
Voltara eu a Campos de uma viagem a Pedro Leopoldo, onde obtivera dos amigos espirituais uma orientação para o tratamento do Carlinhos. O querido Dr. Bezerra, sempre paternal, pelo lápis de Chico (1), me ofertara carinhosa mensagem elucidativa sobre os problemas que nos afligiam e indicara, excepcionalmente, dois produtos alopáticos para o menino. E, acima de tudo, tranquilizara meu espírito angustiado.
Não procurei os medicamentos no Rio a fim de mais depressa regressar ao lar: comprá-los-ia em Campos mesmo...
Acontece que, algumas horas após minha chegada, nosso filhinho foi acometido de singular problema respiratório, o que nos assustou de tal maneira, pelo insólito do acontecimento que, aconselhados pelo seu médico assistente, levamo-lo ao especialista do Rio, que dele estava cuidando. Foi tão inesperado o mal-estar do pequenino, que nem tive tempo de adquirir os medicamentos recomendados em Pedro Leopoldo.
Tomamos o primeiro avião, minha esposa, o pequenino e eu. Horas depois estávamos no consultório do médico do Rio.
Enquanto esperávamos nosso horário, a devotada Hilda, com o menino no colo, e eu, orávamos silenciosamente, suplicando o auxílio do Alto para o filhinho e a inspiração dos amigos espirituais para o bondoso facultativo que iria atendê-lo, instantes após.
Recordo-me perfeitamente de que nossos pensamentos se voltaram, como nos propusemos, para o querido amigo Dr. Bezerra de Menezes. Como de outras vezes, a ele recorria, junto à querida esposa, recordando o carinho que o amado benfeitor me dispensara alguns anos antes, em fase aflitiva de agudo distúrbio circulatório.
Minutos depois a enfermeira nos conduz ao consultório.
O especialista examina o menino que, por sinal, tinha vencido o mal-estar assustador. Bondoso e experimentado, após o exame, tranquiliza-nos. Realmente, a crise passara.
Entre o exame e a receita, o médico, alegre e loquaz, fala sobre acontecimentos políticos do dia, recorda viagens à Europa, cita estudos históricos de Pandiá Calógeras (2)...
Calmo, prescreve os medicamentos necessários... E entrega-nos a receita. O que o leitor não pode absolutamente imaginar foi a emoção que se apossou de nós, de minha esposa e de mim, ao lermos, na pequena folha de papel, enquanto mal ouvíamos suas explicações finais, os nomes dos dois medicamentos prescritos, que eram absolutamente os mesmos que, três ou quatro dias antes, haviam sido indicados pelo bondoso Dr. Bezerra.
================
Notas:
(1) Chico: Chico Xavier. Dr. Bezerra de Menezes, em espírito, através de mediunidade de Chico Xavier fizera uma prescrição não usual, a prescrição de medicamentos alopáticos.
(2) João Pandiá Calógeras foi engenheiro, geólogo e político brasileiro, deputado federal pelo estado de Minas Gerais e ministro da agricultura.
"Quando meu primogênito, Carlos Vítor, caiu gravemente enfermo, naturalmente meu coração, junto ao extremoso coração maternal de Hilda, minha querida companheira, buscou o conforto que mana do Alto para todos os que sofrem na Terra.
(...)
Voltara eu a Campos de uma viagem a Pedro Leopoldo, onde obtivera dos amigos espirituais uma orientação para o tratamento do Carlinhos. O querido Dr. Bezerra, sempre paternal, pelo lápis de Chico (1), me ofertara carinhosa mensagem elucidativa sobre os problemas que nos afligiam e indicara, excepcionalmente, dois produtos alopáticos para o menino. E, acima de tudo, tranquilizara meu espírito angustiado.
Não procurei os medicamentos no Rio a fim de mais depressa regressar ao lar: comprá-los-ia em Campos mesmo...
Acontece que, algumas horas após minha chegada, nosso filhinho foi acometido de singular problema respiratório, o que nos assustou de tal maneira, pelo insólito do acontecimento que, aconselhados pelo seu médico assistente, levamo-lo ao especialista do Rio, que dele estava cuidando. Foi tão inesperado o mal-estar do pequenino, que nem tive tempo de adquirir os medicamentos recomendados em Pedro Leopoldo.
Tomamos o primeiro avião, minha esposa, o pequenino e eu. Horas depois estávamos no consultório do médico do Rio.
Enquanto esperávamos nosso horário, a devotada Hilda, com o menino no colo, e eu, orávamos silenciosamente, suplicando o auxílio do Alto para o filhinho e a inspiração dos amigos espirituais para o bondoso facultativo que iria atendê-lo, instantes após.
Recordo-me perfeitamente de que nossos pensamentos se voltaram, como nos propusemos, para o querido amigo Dr. Bezerra de Menezes. Como de outras vezes, a ele recorria, junto à querida esposa, recordando o carinho que o amado benfeitor me dispensara alguns anos antes, em fase aflitiva de agudo distúrbio circulatório.
Minutos depois a enfermeira nos conduz ao consultório.
O especialista examina o menino que, por sinal, tinha vencido o mal-estar assustador. Bondoso e experimentado, após o exame, tranquiliza-nos. Realmente, a crise passara.
Entre o exame e a receita, o médico, alegre e loquaz, fala sobre acontecimentos políticos do dia, recorda viagens à Europa, cita estudos históricos de Pandiá Calógeras (2)...
Calmo, prescreve os medicamentos necessários... E entrega-nos a receita. O que o leitor não pode absolutamente imaginar foi a emoção que se apossou de nós, de minha esposa e de mim, ao lermos, na pequena folha de papel, enquanto mal ouvíamos suas explicações finais, os nomes dos dois medicamentos prescritos, que eram absolutamente os mesmos que, três ou quatro dias antes, haviam sido indicados pelo bondoso Dr. Bezerra.
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Notas:
(1) Chico: Chico Xavier. Dr. Bezerra de Menezes, em espírito, através de mediunidade de Chico Xavier fizera uma prescrição não usual, a prescrição de medicamentos alopáticos.
(2) João Pandiá Calógeras foi engenheiro, geólogo e político brasileiro, deputado federal pelo estado de Minas Gerais e ministro da agricultura.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Palavras de Esperança (Emmanuel)
(Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970. Transcrição de trecho da obra "Justiça Divina", de Chico Xavier/Emmanuel)
Se não admites a sobrevivência, depois da morte, interroga aqueles que viram partir os entes mais caros.
Inquire os que afagaram as mãos geladas de pais afetuosos, nos últimos instantes do corpo físico; sonda a opinião das viúvas que abraçaram os esposos, na longa despedida, derramando as agonias do coração, no silêncio das lágrimas; informa-te com os homens sensíveis que sustentaram nos braços as companheiras emudecidas, tentando, em vão, renovar-lhes o hálito na hora extrema; procura a palavra das mães que fecharam os olhos dos próprios filhos, tombados inertes, nas primaveras da juventude ou nos brincos da infância... Pergunta aos que carregaram um esquife, como quem sepulta sonhos e aspirações no gelo do desalento, e indaga dos que choram sozinhos, junto às cinzas de um túmulo, perguntando por quê...
Eles sabem, por intuição, que os mortos vivem, e reconhecem que, apenas por amor deles, continuam igualmente a viver.
Sentem-lhes a presença, no caminho solitário em que jornadeiam, escutam-lhes a voz inarticulada com os ouvidos do pensamento e prosseguem lutando e trabalhando, simplesmente por esperarem os supremos regozijos do reencontro.
Se um dia tiveres fome de maior esperança, não temas, assim, rogar a inspiração e a assistência dos corações amados que te precederam na grande viagem. Estarão contigo, a sustentarem-te as energias, nas tarefas humanas, quais estrelas no céu noturno da saudade, a fim de que saibas aguardar, pacientemente, as luzes da alva.
Busca-lhes o clarão do amor, nas asas da prece, e, se nos templos veneráveis do Cristianismo, alguém te fala de Moisés, reprimindo as invocações abusivas de um povo desesperado, lembra-te de Jesus, ao regressar do sepulcro para a intimidade dos amigos desfalecentes, exclamando, em transportes de júbilo: "A paz seja convosco".
Se não admites a sobrevivência, depois da morte, interroga aqueles que viram partir os entes mais caros.
Inquire os que afagaram as mãos geladas de pais afetuosos, nos últimos instantes do corpo físico; sonda a opinião das viúvas que abraçaram os esposos, na longa despedida, derramando as agonias do coração, no silêncio das lágrimas; informa-te com os homens sensíveis que sustentaram nos braços as companheiras emudecidas, tentando, em vão, renovar-lhes o hálito na hora extrema; procura a palavra das mães que fecharam os olhos dos próprios filhos, tombados inertes, nas primaveras da juventude ou nos brincos da infância... Pergunta aos que carregaram um esquife, como quem sepulta sonhos e aspirações no gelo do desalento, e indaga dos que choram sozinhos, junto às cinzas de um túmulo, perguntando por quê...
Eles sabem, por intuição, que os mortos vivem, e reconhecem que, apenas por amor deles, continuam igualmente a viver.
Sentem-lhes a presença, no caminho solitário em que jornadeiam, escutam-lhes a voz inarticulada com os ouvidos do pensamento e prosseguem lutando e trabalhando, simplesmente por esperarem os supremos regozijos do reencontro.
Se um dia tiveres fome de maior esperança, não temas, assim, rogar a inspiração e a assistência dos corações amados que te precederam na grande viagem. Estarão contigo, a sustentarem-te as energias, nas tarefas humanas, quais estrelas no céu noturno da saudade, a fim de que saibas aguardar, pacientemente, as luzes da alva.
Busca-lhes o clarão do amor, nas asas da prece, e, se nos templos veneráveis do Cristianismo, alguém te fala de Moisés, reprimindo as invocações abusivas de um povo desesperado, lembra-te de Jesus, ao regressar do sepulcro para a intimidade dos amigos desfalecentes, exclamando, em transportes de júbilo: "A paz seja convosco".
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sexta-feira, 24 de junho de 2016
A maior exigência.
Numa de suas entrevistas com o médium Xavier, constante de seu excelente livro "No Mundo de Chico Xavier", o Dr. Elias Barbosa lhe fez a seguinte pergunta: "Conseguiria você dizer em que matéria Emmanuel é mais exigente com você, na qualidade de educador?"
A resposta, sincera como sempre, do humilde Chico é a seguinte, a confirmar-nos o límpido e valoroso feitio moral de Emmanuel:
"No trato com os outros, porque diz ele que no trato com o próximo a luz do Evangelho de Jesus deve ser comunicada de quem fala para quem ouve. Quando converso com qualquer pessoa em voz áspera, com impaciência, com agressividade, com anotações de maledicência e, depois, principalmente quando entro em meditações e preces da noite, ele me repreende severamente, lamentando as minhas faltas." (1)
(Do livro "Amor e Sabedoria de Emmanuel", de Clovis Tavares. Instituto de Difusão Espírita. Araras. SP. 1a edição. 1970.)
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Nota do Autor:
(1) Elias Barbosa, "No Mundo de Chico Xavier", Edição Calvário, S. Paulo. 19, pág. 73 (2a. e 3a. edições, IDE, Araras, SP, 1980).
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