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domingo, 13 de janeiro de 2013

O Evangelho à Luz do Cosmo - Capítulo 4 - O Código Moral do Evangelho


PERGUNTA: Por que o Evangelho de Jesus é considerado pelos espíritos o "Código Moral" da humanidade terrena, quando também existem outros roteiros morais de importância espiritual, compilados e transmitidos pelos líderes de vários povos, e que deveriam ser admitidos como divinos? Não seriam dignos de apreciação pelos espíritos o "Torah" dos judeus, "El Corão", dos áraves, ou "Bagavad Gitá", dos hindus?


RAMATIS: O Evangelho é a sínteses global de todos os ensinamentos dos iniciados, que respeitando o livre arbítrio individual, apresenta para todas as épocas, normas de evoluir ao alcance de todos os homens, mas independente de qualquer atributo pessoal, grau de inteligência, raça ou condição social! É o "Código Moral" de maior poder esotérico para a modificação humana, porque é definitivo e integral na sua mensagem cósmica. É de senso comum que até o momento nenhum filósofo ou cientista digno de nome vislumbrou qualquer absurdo ou regra insensata na estrutura do Evangelho! Embora o Evangelho seja o resumo espiritual elaborado de acordo com a cultura, os costumes da etnia judaica. ele consegue expor a mensagem para qualquer temperamento humano, em face de sua contextura de universalidade, inclusive proporcionando novas interpretações educativas e redentoras em conformidade com qualquer época!


É um processo doutrinário de moral espiritual, que disciplina e orienta qualquer tipo humano. Não é um sistema nem tratado eletivo apenas para os místicos, mas é o sistema indiscutível, comprovado e vivido por Jesus, o mais sábio e evoluído dos homens! N]ao há mais ensejo para dúvidas e discussões; o
Evangelho, já vivido por muitos homens que se devotaram ao Cristo, demonstrou que é de perfeita e sensata aplicação na vida humana, sem qualquer restrição ou condição!


Jamais alguém refutou a conclusão lógica de que a humanidade resolveria todos os seus problemas emocionais, sociais, educativos, econômicos e morais, no mais sadio clima de paz e labor, caso adotasse integral e incondicionalmente o Evangelho como norma disciplinar para orientar as relações humanas pessoais e interpessoais. Sob a inspiração e a regência legislativa dos preceitos evangélicos, todos os problemas desagradáveis, trágicos e desventurados do mundo seriam definitivamente resolvidos com sabedoria, tolerância, amor e confiança mútua. Toda atividade criminosa, exploradora e separativista da personalidade humana, que por força de interesses pessoais chega até a perversidade de matar e pilhar, seria completamente extinta sob a norma incondicional do "Ama o próximo como a ti mesmos", ou "Faze aos outros o que queres que te façam"! O Amor preceituado, exaltado e vivido por Jesus e retratado no Evangelho, extinguirá também os fanatismos, sectarismos e as discussões e lutas religiosas, que são frutos das interpretações bíblicas bizantinas e pessoais de sacerdotes, ou líderes religiosos, que ainda não compreendem a própria máxima de Paulo: "A letra mata e o espírito vivifica"!

Sob a propaganda exclusiva do Amor, em vez de códigos, dogmas e postulados sectaristas religiosos, desapareceriam as divergências religiosas e os povos confraternizar-se-iam num mesmo rebanho e obedientes a um só pastor! Por isso, Jesus é o Mestre da eterna sabedoria, e o Evangelho jamais há de requerer a providência de se modificar o seu conteúdo elucidativo espiritual. Até o homem imbecil sabe e sente, que em qualquer posição geográfica da Terra, ou na imensidão cósmica, "Só o Amor salva o homem"!, conforme conceituou o inolvidável Jesus!

O Amor que o Evangelho proclama significa a própria lei regente e orientadora do passado e do futuro do homem. É o catalisador da própria frequência normal  do homem superior, seja qual for a sua condição biológica ou morfológica, quer ele viva na face da Terra, de Júpiter, Arcturo ou Sirius! sob todas as configurações morfológicas, ´pr mais  excêntricas ou extemporâneas, e, também, no âmago de todos os povos e todas as raças, palpita sempre o espírito eterno criado por Deus, que é o Amor, por este motivo, só o Amor sublima! Ele é como o sangue na fisiologia do organismo: tudo irriga, tudo nutre, e, consequentemente, o Amor é o sustentáculo do Universo! Amor puro, integral e incondicional, dispensa qualquer discussão ou análise, porque não é uma virtude ou concessão ocasional a cargo da legislação divina, mas é a essência da manifestação criadora do próprio Espírito e norma fundamental e superior da própria Vida!

PERGUNTA: Mas em face da natureza egocêntrica e personalística do homem, cremos que nenhum povo há de abdicar dos seus códigos religiosos morais, para aceitar o Evangelho de Jesus, caldeado entre o povo judeu, como norma exclusiva de libertação espiritual! Que dizeis?

RAMATÌS: Os homens tornam-se melhores, mais perfeitos e sensíveis, à medida que dominam as tendências hereditárias da animalidade. Eles então evoluem e aperfeiçoam-se espiritualmente, quando também conseguem impor o "princípio espiritual" superior e autêntico da individualidade mortal sobre as tendências transitórias da linhagem animal da matéria! Daí o motivo da doutrinação semelhante de todos os instrutores espirituais do mundo, que estimulam e orientam o espírito humano para a mais breve libertação do cárcere das formas! O labor intensivo e espiritual do homem, deve mantê-lo incessantemente vigiando a sua própria vivência física, no sentido de vencer o mais cedo possível o primarismo dominante dos seus ancestrais das cavernas!

Mas como a civilização é o "meio" e não o "fim", para homem lograr a sua ascese espiritual, ele então deve governar e não ser governado  pelos valores medíocres do mundo material, os quais Jesus classificou de "tesouros que as traças comem e a ferrugem rói"! Justifica-se que o espírito ainda sofra a coação  das coisas e dos objetos atraentes da vida física, enquanto ele ainda ignora a sua realidade espiritual eterna. Mas depois que descobre ou identifica a sua natureza sublime e imortal, que se apercebe da latência do "reino divino" em si mesmo, deve proceder a sua libertação desimantando-se conscientemente das algemas gravitacionais da morfologia terrena! O homem que ainda persiste no culto primário e ilusório do mundo de César, contraria completamente a sua natureza autêntica e elevada do espírito imortal, Assim como a luz ilumina a lâmpada, mas não adere a sua forma transitória, o espírito deve iluminar as configurações físicas do mundo onde precisa ativar a sua conscientização, mas sem perder a sua autonomia sideral pela escravização das formas!

(13/01/2013)


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