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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Bhagavad ~ Gîtâ - Capítulo VII - 10 e 11

Vijñana Yoga - Discernimento Espiritual

(a) 10. Eu sou a força dos fortes, livres de toda avidez e paixão. Eu sou o amor puro em todos os seres, que não pode ser proibido por lei alguma.

11. As três qualidades da minha natureza (b): a harmonia, a atividade, e a inatividade, as quais também se manifestam como a luz da verdade, o desejo da paixão e as trevas da ignorância, em Mim têm o princípio e estão em Mim, mas Eu não dependo delas (1).

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Nota do Editor:
(1) Deus é superior à natureza; a natureza não é Deus, mas é uma manifestação da força Divina. Deus está na natureza, mas não se limita a ela.

Minhas notas:
(a) esse texto, como a quase totalidade do Bhagavad Gîtâ, faz parte do discurso filosófico de Krishna, o Deus encarnado, a Arjuna, o homem em desenvolvimento. O Bhagavad Gîtâ é texto fundamental na religião e filosofia hindus. Para saber mais sobre o Bhagavad Gîtâ, clique aqui.

(b) Krishna faz referência às três "gunas" ou qualidades da matéria, a harmonia ou luz da verdade (a guna Sattwa), a atividade ou desejo e paixão (a guna Rajas) e a inatividade ou as trevas e a ignorância (a guna Tamas). Para ver mais sobre as três gunas, clique aqui.

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