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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XI - 13 - Amar o Próximo como a si Mesmo

A fé e a caridade

13. Disse-vos há pouco, meus queridos filhos, que a caridade, sem a fé, não basta para manter entre os hoemens uma ordem social capaz de os tornar felizes. Deveria ter dito que a caridade é impossível sem a fé. É, certo que podeis encontrar impulsos generosos em pessoas sem religião. Mas, essa caridade austera, que só se pratica com a abnegação, por um constante sacrifício de todo interesse egoístico, somente a fé pode inspirá-la

Sim, meus filhos, é em vão que o homem ávido de prazeres procure iludir-se sobre o seu destino na Terra, pretendendo que deva ocupar-se unicamente com a sua felicidade. Certamente, Deus nos criou para sermos felizes na eternidade; entretanto, a vida terrena deve servir apenas ao nosso aperfeiçoamento moral, que se adquire mais facilmente com o auxílio dos órgãos físicos e do mundo material. Sem levar em conta as vicissitudes ordinárias da vida, a diversidade dos gostos, dos pendores e das necessidade, é esse também um meio de vos aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade. Com efeito, só a poder de concessões e sacrifícios mútuos podeis manter a harmonia entre elementos tão diversos.

No entanto, tereis razão se afirmardes que a felicidade se acha destinada ao homem nesse mundo, desde que a busqueis no bem e não nos prazeres materiais. A história da cristandade fala de mártires que se encaminhavam alegres para o suplício. Hoje, na vossa sociedade, para serdes cristãos, não há necessidade do holocausto do martírio, nem do sacrifício da vida, mas única e exclusivamente o sacrifício do vosso egoísmo, do vosso orgulho e da vossa vaidade. Triunfareis, se a caridade vos inspirar e a fé vos orientar. - Espírito protetor. (Cracóvia, 1861.)


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